Experiências no Paraguay – Pr. Eduino Ikert
Era uma segunda-feira, 3 de dezembro de 1976 quando o Pastor Luiz A. Wall levou-me ao Paraguay. Ao chegarmos a Esquina Gaúcha, lá encontramos alguns amigos aos quais o Pr. Luiz me apresentou como sendo obreiro estagiário que ali ficaria para trabalhar. Por ser dezembro, era muito quente e seco e a soja estava precisando de uma boa chuva, mas esta parecia estar longe. Quando o Pr. Luiz me apresentou, um senhor chamado Waldemar disse: “Se esta for de Deus, então choverá a tarde.” Confesso que fiquei um tanto apavorado com tal comentário. À s 14 horas choveu muito! Uma chuva que há tempo não viera. Fiquei ali, morando na casa dos irmãos, onde chegava ali era uma casa onde fazia uma refeição ou dormia a noite. Entre as experiências vividas lá, lembro-me de uma que aconteceu num domingo à tarde. Estava voltando a pé do culto da Esquina Gaúcha e indo para Santa Rosa del Monday. Repentinamente começou uma tempestade, derrubando árvores e quebrando galhos. E eu, ali na estrada. Escondi-me atrás de um toco de árvore, tentando me protegendo dos galhos que caíam. Passado aquele vendaval continuei a minha caminha, tendo que passar por árvores caídas que estavam atravessadas na estrada. Construímos um Templo na Esquina Gaúcha e um em Santa Rosa del Monday. Nos dois casos, tivemos a visita e a colaboração de irmãos do Paraná que vieram para ajudar na construção, sob a direção do saudoso irmão Arnoldo Bloch. Dia 19 de dezembro inauguramos estes templo que media 7×9, e foi feito de madeira bruta. O assoalho tinha apenas sido colocado dentro sem ser pregado. Mas ali tivemos cultos muito abençoados, noites de oração e quando orávamos pelo futuro da Igreja no Paraguay, ninguém imaginava que aconteceria um crescimento tal. Mas pela graça de Deus isso aconteceu. Numa tarde de sábado muito fria, tivemos reunião da diretoria, dentro da nossa casa. Ali então, já estava casado e já tínhamos uma casinha, quando nos percebemos estávamos sendo espionados pelo padre da vila, que estava curioso em sabe do que estávamos tratando, pois na época da ditadura era proibida reunião sem autorização do comissário e nós não tínhamos autorização especial. Outra experiência marcante: como não tínhamos energia elétrica, colocávamos a carne fresca dentro do poço para conservar. A margarina que trazia do mercado, transformava-se em óleo. Estas e outras experiências nos confirmam que o trabalho no Senhor não é vão. O que A Bíblia também nos afirma em 1 Coríntios 15:57-58. Também podemos olhar para o Salmo 126:3 dizendo: “Grandes coisas fez o Senhor por nós e por isso estamos alegres.” Queremos dizer a todos que lêem esta mensagem, mas principalmente aos pastores mais jovens: Ao estarmos enganjados numa obra não deisita,mesmo que tenhas que pagar um preço alto, pois vale apena lutar. É mo que nós vemos olhando para o nosso trabalho no Paraguay hoje. Que Deus abençoe a todos. Um forte abraço. Pr.Eduino Ikert.

Queridos…
Com alegria, deixo meu comentário… deste artigo sobre o trabalho do Senhor no Paraguay e as experiencia que muitos tiveram,neste campo antes pioneiro, hoje desbravador.”Terra de ninguem” hoje, um vasto campo missionário.
Talvez este artigo já esteja “aqui” há um bom tempo, mas Deus quiz que eu o encontrase neste momento, quando estava navegando na internet.Para mim os testemunhos, os acontecimentos nos campos missionário sempre trazem “bençãos” nunca ficam ultrapassados.
Deus abençõe amados, da cibi,cibila,e cibb do Py.
No amor de Cristo
Miss. Carmen
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